Caos Destrutivo

INTRODUÇÃO

Antes de mais nada é necessário deixar bem claro que o objetivo deste artigo não é incentivar o ódio contra o povo norte-americano, afinal eles são vítimas nessa história. Nem apoiar terroristas de qualquer origem, apesar destes também serem vítimas dessa história. Muito menos acobertar ou inocentar Osama Bin Laden, o que seria um absurdo, pois ele mesmo já assumiu o papel de vilão da história (e afinal, cadê ele hein?!).
O objetivo deste artigo é desmascarar os verdadeiros vilões (que por sinal são muito mais poderosos que um saudita das cavernas) e tentar derrubar esse muro de mentiras que foi construído em torno dos acontecimentos do dia 11 de setembro de 2001, antes que elas entrem definitivamente para os livros de história e iludam nossos filhos e netos, assim como estão nos iludindo. Isso se os planos desses vilões não vierem estragar os nossos planos de ter filhos e netos, ou mesmo de dar um futuro para eles.
Lembro que esta não é minha opinião, mas sim uma busca pela verdade, na qual você pode tirar suas próprias conclusões e no final ajudar a entender aonde vai acabar este caminho escuro e perigoso por onde a humanidade está seguindo.

GRANDES MUDANÇAS

Na manhã do dia 11 de setembro de 2001, eu estava no antigo quarto da minha avó que agora era dos meus pais. Lá eu lembrava que, se o cigarro não a tivesse matado, minha avó estaria completando 72 anos naquele dia. Ligo a televisão e me deparo com aquela cena todos já conhecem muito bem. O jornalista do plantão nos informava que se tratavam das torres gêmeas do World Trade Center em Nova York e que os aviões eram vôos comerciais da American Airlines. Logo em seguida avisa que outro avião de passageiros acertava o Pentágono. Imediatamente vieram as expressões “ataques terroristas” e “suicidas muçulmanos”, o que parecia óbvio e incontestável, já que, em nossas cabeças preconceituosas, tal ato de horror só poderia vir de algum canto fundamentalista do Oriente Médio.
Então aparece um tal de Osama Bin Laden, do qual nunca ouvira falar antes, assim como a maioria das pessoas do planeta, indicado como principal suspeito do crime. O homem tinha a cara do fundamentalismo islãmico e do antiamericanismo, logo sua culpa no caso era indiscutível, argumentos não faltavam.
Estarrecido assistia a tudo isso e ainda um quarto avião cairia na Pensilvânia sem acertar seu alvo, a Casa Branca em Washington. Era impressionante ver um país, considerado o mais poderoso, tão fragilizado, tão impotente.
Tudo estava muito confuso e difícil de realizar, como se tivesse saído das páginas do Apocalipse. Mas uma coisa ficava clara: o mundo não seria mais o mesmo depois daquele dia.

TERROR NO AR

Agora façamos uma análise fria de tudo que foi visto e ouvido naquele trágico dia.
Uma das primeiras coisas que despertou desconfiança, foi a incrível cobertura de câmeras que teve os atentados às duas torres, parecia coisa de cinema, dava a impressão de que haveria um diretor coordenando quais seriam os melhores ângulos. Como algo tão inesperado que nem a Força Aérea dos Estados Unidos teve tempo de reagir, foi registrado de uma maneira tão eficaz que não se perdeu nenhum detalhe? Talvez porque não fosse tão inesperado assim. Ou será que o problema era com a Força Aérea?
Numa coincidência incrível, houve uma troca do diretor de operações da Federal Aviation Administration (FAA), entidade que controla todos vôos civis no espaço aéreo americano e, no dia 11 de setembro de 2001, Ben Sliney assumia o cargo e a responsabilidade de ver (ou não ver) ,no painel de controle, aqueles quatro aviões desviarem grosseiramente de suas rotas de viagem. Estranhamente, Ben permaneceu apenas quatro meses como diretor de operações e saiu dizendo que não gostava da burocracia do cargo. E parece que o sujeito tem dom para representar, afinal, 5 anos depois, estrelou como ator no filme “Vôo 93”, que conta a história do avião da United Airlines, o qual caiu na Pensilvânia, fazendo o papel dele mesmo.
Foi Sliney quem tomou a decisão de mandar todos os aviões comerciais dos Estados Unidos (e isso não é pouco) aterrissarem. Curioso foi que, enquanto todos vôos permaneciam no chão, permitiu-se que 30 aviões decolassem no dia 13/09/01, partindo rumo à Arábia Saudita. Dentro deles, familiares de Osama Bin Laden e outros sauditas que residiam nos EUA e agora voltavam para a sua terra natal.
A pergunta que fica é: Eles estavam loucos? Deixar escapar assim pessoas que poderiam dar pistas essenciais sobre o paradeiro do suposto responsável pelos maiores atentados terroristas da história?
Parece que Sliney é um especialista na arte de fazer “vistas grossas” e talvez essa tenha sido a “qualificação” necessária para ser contratado para trabalhar no controle dos vôos civis americanos justo naquele 11/09.
O fato é que os aviões comerciais roubaram a cena naquele dia e se transformaram em potentes armas de destruição em massa. Mas espera um pouco…O que aconteceu com os aviões que caíram no Pentágono e na Pensilvânia? Tenho a impressão de que eles simplesmente desintegraram, pois quando vi as imagens do Pentágono semi-destruído e da estranha cratera no chão da Pensilvânia, não consegui enxergar nenhum caquinho de avião. O mais intrigante é que todos os acidentes em que aviões colidiram com o chão, por mais forte que tenha sido o impacto, sempre deixaram destroços, pedaços enormes de fuselagem espalhados pelo local do acidente.
Nesta imagem vemos o Pentágono logo após o impacto. Detalhe: ele ainda não desabou e podemos ver até algumas janelas intactas.

Como um Boeing 757 atinge o prédio sem derrubá-lo instantaneamente, deixando apenas um pequeno buraco e o gramado à sua frente limpo, sem nenhum destroço?
Só depois de 45 minutos uma pequena parte do prédio desaba.

Mas o que aconteceu então com aqueles vôos? Creio que fica claro: O que atingiu o Pentágono e abriu uma cratera no solo da Pensilvânia não foram aviões. Mesmo porque na única imagem, de uma câmera de segurança, que mostra o momento no qual o Pentágono foi atingido, não podemos ver nenhum Boeing, mas sim o que parece ser um míssel (Tommahawk?) deixando um rastro de fumaça.

Como dizem: “uma imagem vale por mil palavras”. Isso explica porque vemos apenas uma explosão naquela imagem: um míssel seria muito rápido para ser visto no curto espaço da filmagem. Uma pergunta interessante: Por que, sendo o Pentágono vigiado por milhares de câmeras de vários ângulos, só nos foi revelada esta, tão pouco relevante?
Uma comparação entre a largura do buraco que se abriu no Pentágono e a envergadura (distância das asas de ponta a ponta) do boeing 757, nos mostra que se foi o vôo 77 da American Airlines que o atingiu, ele não tinha asas, pois no buraco mal passaria o charuto (corpo do avião).

Também ficaria expilcado, com isso, porque na Pensilvânia, só vemos uma estranha cratera no solo, sem nenhum pedaço de algo parecido com um avião ou o corpo de alguma vítima para contar a história.

E também porque a análise da caixa preta daquela aeronave nunca fora revelada.
Bem, mas com certeza o que se chocou contra as duas torres foram aviões, claro, todo mundo viu e, nesse caso, até mesmo as caixas pretas deles ficariam completamente detruídas. Certo, mas se foram mesmo aviões comercias, alguém teve de pilotá-los e fica díficil acreditar que terroristas suicidas com poucas (ou nenhuma) horas de vôo, tenham conseguido conduzir as aeronaves com tamanha habilidade a ponto de atingir com precisão as torres no lugar exato para que elas viessem a desabar. Numa entrevista um experiente piloto comandante de aeronaves comerciais de grande porte, disse que seria extremamente difícil manobrar um avião grande e lento, como os 767 dos atentados, com a precisão necessária para atingir um alvo como um prédio ou o Pentágono, em meio a tantos outros, a uma velocidade superior a 500 Km/h. Não precisa ser nenhum especialista para saber que isso faz sentido. Como piloto de boeing ele sabe que fazer manobras bruscas e precisas numa aeronave destas, seria praticamente impossível.
Então existe a possibilidade de que aquilo que todos vimos não ser exatamente, ou simplesmente, o que nossos olhos fazem pensar que é, assim como num filme com efeitos especiais (especialidade da indústria do cinema americano). E quando falo em efeitos especiais aqui, não falo em computação gráfica ou truques de câmera, mas sim em maquiagem e disfarces. O que quero dizer é que não seria difícil para especialistas, com alta tecnologia nas mãos, “vestir” um míssil de avião como se fosse uma fantasia de dia das bruxas. Ou ainda manobrá-lo por controle remoto e equipá-lo com explosivos. Cadê as janelas do Boeing?

Esta outra imagem mostra o mesmo avião visto de outro ângulo. Parece que estava carregado com um míssel…

Talvez nunca saibamos a verdade mesmo, mas acredito que uma dessas versões esteja bem próximo dela.
Isto tudo está longe de responder à pergunta: O que aconteceu afinal com os vôos 11 e 77 da American Airlines e os vôos 175 e 93 da United Airlines?
Temos vários registros que comprovam que eles realmente aconteceram, como as listas dos passageiros e os parentes que choram suas perdas. Mas o que está sendo questionado aqui não é se eles existiram e sim o verdadeiro destino deles. É bem difícil responder essa pergunta mas é fácil imaginar que, quem está disposto a derrubar covardemente os maiores prédios dos EUA cheios de pessoas dentro, não teria problema algum para sumir com quatro aviões de passageiros.

GÊMEAS PREDESTINADAS?

Construídas nos anos 70, as torres se tornaram os maiores edifícios do mundo na época, sua obra foi colossal, a humanidade jamais presenciara algo assim antes. Já nasceram chamando atenção.
Reinaram absolutas por décadas em Nova York, onde, vistas ao longe, pereciam ser um imenso onze no meio da cidade, como que profetizando o dia de sua morte. Desde o seu projeto já tinham conexões com colisão de avião, pois foram concebidas para suportar o impacto de um boeing 707. Sua estrutura de aço aguentaria temperaturas de até 1500 graus, ou seja, foi feita para ser dura na queda.
Hoje não é difícil conseguir tais informações, pois, de tanto os meios de comunicação explicarem e reexplicarem o que aconteceu nos atentados, estes dados ficaram ascessíveis à qualquer um. As torres nem existem mais, pra que se preocupar? Pois é, mas certamente antes disso, esse conhecimento era confidencial, porque, do contrário, deixaria as torres vulneráveis à qualquer louco mal intensionado que estivesse à solta por aí.
Quem planejou os atentados, com certeza sabia que algo maior que um boeing 707 abalaria seriamente as colunas centrais do World Trade Center e que o calor de 1000 graus, gerado pelas chamas das explosões, seria suficiente para amolecer a estrutura de aço, fazendo-a ceder. Na parte superior de cada torre, havia um contrapeso, um bloco de aço e concreto gigantesco, com aproximadamente 600 toneladas de peso, que tinha a função de estabilizar as torres e também poderia ser um sistema original de auto-implosão, caso viesse a ser necessário, já que encher aquele imenso edifício com dinamites seria inviável. Com esse sistema bastaria enfraquecer a estrutura logo abaixo do bloco. Uma vez que este cedesse, começaria a descer achatando os andares abaixo dele e só pararia quando tocasse o chão, sem sair do seu eixo gravitacional, o que seria um desastre. Imagine aqueles gigantes caindo lateralmente sobre Nova York.

Mas será que terroristas estariam preocupados com isso? Nenhum pouco. Afinal, para eles quanto mais estragos melhor. E será que aqueles muçulmanos, pacatos cidadãos americanos, supostamente responsáveis pelos atentados, teriam acesso a informações, como por exemplo, o projeto arquitetônico do WTC? Difícil acreditar. Mas existe alguém que possuía total acesso à isso e muito mais, afinal ele era diretor da empresa de segurança e de seguros (HCC Insurance Holdings) do WTC. O nome dele? Marvin Bush, irmão caçula de George W.
Intrigante também o fato de o dono da torre 7 do WTC, ter comprado bilhões em seguros dos três prédios, um pouco antes do 11/09…Torre 7 que também foi derrubada, mas sem ser atingida por algum avião, logo depois das duas gigantes desabarem.
Convenientemente, dentro da 7, havia uma das maiores sedes da CIA, com um centro de investigação e resposta a ataques terroristas. Estranho é que, quando deveriam colocar uma resposta em ação, os agentes abandoram o prédio, com tempo para desligar todos os computadores da sala…
A maneira como a torre 7 veio abaixo chama a atenção, pois não foi atingida por nenhum incêndio grave e caiu de forma vertical, simetricamente, como numa implosão calculada.
É fato que nenhum dos “peixes grandes” do WTC estavam presentes nos prédios naquele momento. Viajavam à negócios ou estavam de férias. De duas uma: ou foram eles abençoados com uma sorte incrível, ou foram avisados antecipadamente em uma espécie de acordo, o que os torna cúmplices do genocídio. Fico com a segunda opção.
Acordo? Mas que acordo? E com quem? Os atentados de 11 de setembro teriam sido um grande negócio promovido por americanos da mais alta elite, extremamente desumanos? Responder a essas perguntas implica fazer acusações gravíssimas à pessoas “poderosas” e o pior, sem provas concretas. Mas você acha que eles deixariam provas? E mesmo que alguém encontrasse alguma, não viveria para contar a história ou seria muito bem pago para ficar de bico calado. Ou simplesmente seria desacreditado, chamado de louco.
Nosso objetivo aqui é encontrar a verdade, não importa a quem doa e que riscos correremos por seguir esse difícil caminho. Lembre-se de que tomar o outro caminho tem como consequência ser cúmplice de todo o mal que se iniciou desde que o primeiro avião colidiu com a primeira torre.

BIN LADEN E CIA.

Quando as torres desabaram não caíram sozinhas, levaram consigo outros prédios do complexo WTC. Entre eles estava um edifício da CIA, a Agência Central de Inteligência norte americana, que infelizmente (para os que buscam a verdade) ficou completamente destruído. Por incrível que pareça, a CIA contribuiu e muito para que os atentados fossem bem sucedidos, pois possuía dados fundamentais sobre a Al Qaeda que, caso tivessem sido levados a sério, fariam de 11 de setembro de 2001, um dia como outro qualquer.
Essa atitude, extremamente suspeita, da CIA, nos faz questionar se não haveria alguma ligação entre eles e a suposta organização terrorista de Osama Bin Laden. Especialmente sabendo que Osama, ele mesmo, já fora agente da CIA na guerra do Afeganistão contra os russos. Al Qaeda, que em árabe significa “a base”, teve sua origem justamente nessa mesma guerra no Afeganistão, onde não passava disso mesmo, uma base de armamentos patrocinada pelos Estados Unidos na sua luta contra o comunismo. Bin Laden, que além de agente da CIA também era guerrilheiro, fazia parte da base, na qual soldados eram armados e treinados para enfrentar os, bem superiores, adversários russos. Sem essa organização, talvez hoje o Afeganistão fosse território russo, os quais são, atualmente, o segundo maior produtor de petróleo do mundo e se conquistassem terreno no Oriente Médio, rico em ouro negro, certamente seriam uma potência ainda maior e o comunismo teria um grande avanço.
Isso explica o grande interesse dos Estados Unidos em apoiar os fracos afegãos, numa guerra que estaria perdida sem a sua intervenção. Como pôde então, Bin Laden, depois de poucos anos, ter criado um ódio tão grande contra os que libertaram seu povo das garras dos russos, a ponto de ter ressuscitado A Base e transformado-a em organização terrorista para promover o maior atentado de todos os tempos? Não faz sentido.
Lembremos aqui: Osama é saudita e não afegão e a Arábia Saudita é aliada dos Estados Unidos, tanto que sua embaixada nos EUA é a mais bem vigiada e protegida de todas. Não se pode nem filmar perto dali. Coincidentemente ou não, os árabes são quem tem os maiores investimentos em relações com a terra do tio Sam. Não é a toa que os Bush fazem frequentes visitas aos sultões do petróleo de lá. E sempre os receberam com tapete vermelho na América. Portanto, faz menos sentido ainda que um árabe como Bin Laden, tenha se revoltado com tanta raiva contra um país que tem relações tão íntimas e vantajosas com o seu.
Uma coisa faria muito sentido: Osama Bin Laden continua até hoje sendo agente duplo da CIA. O que explicaria muito.

Por exemplo: Por que ele não foi pego até hoje, apesar de sua cabeça estar valendo milhões de dólares e de já terem pego, julgado e executado Saddam Hussein? Aquela barba toda é verdadeira? porque se não for é um belo de um disfarce. Por que Osama foi visto várias vezes, pouco antes dos atentados, em um hospital americano na Arábia Saudita, fazendo sessões de hemodiálise por conta do tio Sam?
Mas que utilidade teria Bin Laden para a CIA? Ora, ele era o bode-expiatório perfeito, bastaria que um sujeito com cara de fanático confessasse os crimes e pronto, o inimigo estava forjado. Não precisaria provar mais nada e atacar o Afeganistão e depois o Iraque, seria perfeitamenta aceito pela opinão pública.
A necessidade incessante dos Estados Unidos possuirem um inimigo não vem de hoje (aliás, é isso que faz deles o que são). Quando assumiu a presidência da CIA em 1976, George Bush pai já vinha preparando o terreno para a sua dinastia. Desde a guerra dos russos contra o Afeganistão (1979-1989), passando pela guerra do golfo (1991), no seu mandato como presidente, até convergir na eleição de seu filho e nos atentados de 11/09/01. Isso pra deixar a história bem resumida. Enfim, o que fica claro é que os EUA, ultimamente, não tiveram descanso. Sempre havia um inimigo, hora os russos, hora Saddam e agora o forjado Bin Laden. Segundo a doutrina de Stimson, deve haver guerras periódicas regulares para entreter descontentes e reunir a nação em torno de um objetivo comum. E realmente ser tão odiado tem, tem sido um negócio lucrativo para os Yankees, principalmente quando se fala em desenvolvimento de tecnologia militar e na venda de armas para outros países. Assim seus inimigos vão ficando para trás e eles se tornam cada vez mais poderosos e respeitados, ampliando, assim, seu império pelo mundo.
Todo ex-presidente tem direito de receber boletins da CIA, mas a maioria deles abre mão desse direito, com exceção de George H. W. Bush. E a CIA é quem utiliza sua “inteligência” para inventar mentiras colossais como o 11/09 ou a falsa afimação de que o Iraque possuía armas de destruição em massa. Aliás, essa última não colaria sem a primeira. E é assim, mentindo para o mundo, que hoje eles estão no Iraque, por exemplo, dominando aos poucos esse país que é um dos maiores produtores de petróleo do mundo.

A QUEDA DA AL QAEDA

Bagdá era uma cidade pacata, onde famílias como a minha e a sua viviam normalmente e não representava ameaça alguma para a maior potência militar do mundo. Mesmo assim, os B’52 de George W. Bush, não tiveram a mínima piedade ao despejar uma chuva de bombas sobre ela. Antes disso o termo “homem- bomba”, mal era pensado ali. Mas depois que as tropas de Bush e Blair desmbarcaram no país do ditador Saddam, em 2003, a antiga Mesopotâmia se transformou num verdadeiro caldeirão de homens, bicicletas, carros e até caminhões-bomba, que ceifaram milhares de vidas inocentes e continuam espalhando morte todos os dias. Interessante é que a maioria desses atentados é assumido pela “rede” Al Qaeda, aquela mesma que foi patrocinada pelos americanos na guerra do Afeganistão nos anos 80. Seria coincidência o fato de os EUA e a Al Qaeda chegarem praticamente juntos ao Iraque? Creio que não, porque na verdade eles são a mesma coisa. Me diga que provas temos de que as explosões que acontecem lá todo dia e matam milhares, são realmente provocadas por homens-bomba? Tudo o que temos é a palavra dos “líderes” da Al Qaeda transmitida através da rede Al Jazeera, uma espécie de CNN árabe. Somos obrigados a acreditar neles? E se essa tal Al Jazeera também fizer parte desse plano maquiavélico da CIA e das elites para dominar o Oriente Médio? Faria sentido, pois ela surgiu justamente após os atentados e sem ela, os recados da Al Qaeda não teriam sido ouvidos pelo mundo e as semelhanças com a CNN (que tem um primo de Bush entre seus administradores) não seriam meras coincidências. Não é de se admirar que os subordinados do homem que se propôs a destruir os Estados Unidos, assistam filmes americanos e que seus filhos se divirtam jogando videogames, como qualquer criança ocidental.
As consequências de enxergar essa verdade são assustadoras porque, na verdade, ataques como os de Madri de Londres e todos os outros assumidos pela Al Qaeda, fariam parte desse terrível esquema. E teriam a função de trazer para a Europa o mesmo clima de medo anti-terror que vive os Estados Unidos. Vale lembrar que a Inglaterra e Espanha também participaram da invasão do Iraque e consequentemente dos lucros que ela gera. Estranhamente, após estes atentados na Europa, a CIA apareceu por lá, sequestrando supostos suspeitos de terrorismo, levando-os para prisões secretas em vários países do velho mundo, semelhantes a de Guantânamo em Cuba, onde são torturados e até mortos. Estes “suspeitos”, a maioria muçulmanos, seriam transportados de uma prisão para a outra através de vôos altamente confidenciais (Air América?), por uma espécie de “polícia do terror”, criada pela CIA, da qual até a própria Scotland Yard faria parte. O jeito covarde como executaram o brasileiro Jean Charles de Menezes, nos dá uma noção do que ocorre por trás dos muros dessas prisões, comparáveis aos campos de concentração nazistas.
A questão que fica é: Até quando o mundo se deixará enganar pela farsa da Al Qaeda e tolerará tamanhas atrocidades que ocorrem com o pretexto de combater o terrorismo? Para isso, é necessário que identificamos o verdadeiro vilão dessa história, para que possamos combater a raiz do grande mal que se espalha pelo planeta.

O GRANDE REI DO TERROR

Muita gente classifica os atentados de 11/09 como um marco histórico, onde o mundo ficaria dividido como antes e depois deles. Mas na verdade else são apenas consequência de um outro acontecimento: A eleição de George W. Bush como presidente dos Estados Unidos da América. Esse foi o fato essencial para mudar os rumos da história (para pior, é claro).
Durante o final do mandato de Bill Clinton, as negociações de paz entre Israel e Palestina estavam próximas de uma solução, como nunca estiveram antes. O mundo assistia maravilhado ao aperto de mão entre o líder palestino Yasser Arafat e o primeiro ministro israelense Yitzhak Rabin, mediados pelo presidente Clinton. Aparentemente a paz iria finalmente reinar na região, por muito tempo. Mas, quando Bush assumiu o poder, virou as costas para as negociações e jogou no lixo a maior oportunidade de paz que o conflito na faixa de Gaza já havia conhecido. Esse exemplo deixa claro que caminho o republicano Bush, estava disposto a seguir. Um turbilhão de decadência havia apenas começado.
Geoge W. Bush elegeu-se presidente dos EUA em 2000, vencendo o democrata AL Gore por uma diferença de apenas 537 votos a mais, todos no estado da Flórida, governado por seu irmão, Jeb Bush. Suspeito, não?
Naquele ano, pouco antes das eleições presidenciais, o governo da Flórida, estado no qual quem já esteve preso não tem direito à voto, contratou a empresa Choice Point para comparar o cadastro de seus eleitores com o banco de dados policial. Encontraram uma lista de 57.700 eleitores que seriam impedidos de participar das eleições, a maioria deles negros, os quais, historicamente, votam no partido democrata na Flórida. O problema é que 90% das pessoas dessa lista eram na verdade homônimos de criminosos e portanto, inocentes. Foram proibidas de votar injustamente, o que garantiu os 537 votos que fizeram do republicano Bush o presidente da grande potência americana. (qualquer semelhança com a ku klux klan não é mera coincidência) Como você ve, as atitudes ditatoriais de atropelar a privacidade das pessoas para atingir seus objetivos, vinham antes mesmo da “dinastia Bush” assumir o poder e portanto, o 11/09 viria apenas consolidar a postura de “delegados do mundo” adotada pelos líderes militares norte americanos. E eles estão dispostos não só a derrubar a privacidade, mas também a derramar muito sangue inocente, o que certamente considerariam como “perdas aceitáveis”.
Depois dos atentados, o governo federal contratou a mesma Choice Point para comprar o m”aximo de bancos de dados, de vários países do mundo, que fosse possível. Os dados de registro civil e de posse de veículos de todos os brasileiros, por exemplo, estão nas mãos deles.
Hoje nenhuma conversa telefônica ou e-mail que ocorra no território dos EUA, deixa de passar pelos computadores espiões da NSA (Agência Nacional de Segurança), menos conhecida que a CIA mas não menos importante, que analisam os dados, separam o que é considerado suspeito pelo governo que investigará se existe ameaça e tomará as devidas providências.
O resultado disso tudo é um imenso poder concentrado nas mãos de Bush, poder de dar inveja à grandes ditadores, como Hitler por exemplo. E certamente nada disso seria possível sem o teatro macabro de 11 de setembro.
Quem viu George W. Bush, naquele dia, lendo historinhas para as crianças numa escolinha americana, passando uma imagem de inocência tocante, mal poderia imaginar o frio psicopata que se escondia por trás daquele “querido presidente”. De que outra maneira podemos classificar um líder que ordena ataque hediondo contra o próprio país, por interesses político-econômicos, ou melhor, pela ganância de poder? Você ja deve ter percebido que os atentados foram a melhor coisa que já aconteceu na vida de Bush. Depois deles se tornou uma espécie de “xerife do mundo”, dividindo-o entre os que são do “bem” e estão do seu lado e os que são do “eixo do mal”, entre eles estão Iraque, Irã, Libia, Venezuela e Coréia do Norte. Países que seriam uma ameaça para a humanidade. Conseguiu se reeleger presidente, pois era considerado o mais apto a combater a “ameaça” do terror. Derrotou, capturou e executou Saddam Hussein, coisa que seu pai tanto almejava na Guerra do Golfo mas frustou-se. Ficou bem próximo dos abundantes e cobiçados poços de petróleo iraquianos. Mexeu até mesmo na intocável constituição americana. Resumindo, fica claro que os ataques a Nova York e ao Pentágono foram uma jogada estratégica do governo para impor ainda mais o imperialismo americano ao mundo e, de lambuja, um excelente negócio para os Bush e as elites.
Não por acaso, os Bush fazem parte de uma sociedade secreta extremamente elitista, chamada Skull and Bones (caveiras e osssos) que surgiu em 1832 na universidade de Yale em New Haven, Connecticut (terra natal de Goerge W. Bush). Na Skull and Bones somente são admitidas pessoas brancas, ricas e que fossem de alguma religião protestante. Quem estabeleceu essa organização sem paralelos de famílias de elite em Yale, foi William Huntington Russel da Russel and Company, que na década de 1830 era a companhia mais importante no comércio marítimo de ópio. É difícil imaginar a vasta fortuna que Russel levantou com o ópio. E sua grande herdeira é a Skull and Bones. E esta emprega muito bem esse dinheiro sujo, investindo-o em seus “bonesmen” iniciados, catapultando-os para o poder econômico e político. Dela também fez parte outro ex-presidente, William Howard Taft , cujo pai Alphonso Taft foi um dos fundadores. Outros integrantes: uma séire de famílias poderosas que dominam o mundo dos negócios e também a arena política, como os Pillsbury, Kellogg, Weyer-Haeuser, Phelps e Whitney; numerosos congressistas; líderes militares; juízes da suprema corte dos EUA (decisivos na eleição de George W. Bush) e, por incrível que pareça, John Forbes Kerry, candidato democrata que concorreu com Bush às eleições presidenciais de 2004 e cuja família Forbes também é herdeira do comércio de ópio com a china. Entre os bonesmen milionários mais recentes estão os Harriman, Rockefeller, Payne e Bush, sendo que a firma de Wall Street, Brown Brothers Harriman, de Averill Harriman (pátrono da fortuna dos Bush) é repositora de fundos da skull and bones. A última campanha antes da eleição de Bush ocorreu em “la Toumbe”, ou “o Túmulo”, sede da S & B. Uma espécie de mausoléu de pedra localizado no coração da universidade de Yale. Certamente os assuntos que se debatem nas reuniões secretas dos bonesmen, não são questões humanitárias do tipo: “como acabar com a fome na África?” ou “é possível diminuir a desigualdade nos países subdesenvolvidos?”. Os bonesmen acreditam numa espécie de “Caos Construtivo”, que justifica a ação secreta e o sacrifício de alguns para a ascenção de outros. A morte está estampada no símbolo da sociedade secreta do presidente Bush, que é baseado nas bandeiras negras utilizadas pelos primeiros navios piratas dos Cavaleiros Templários e possuía uma caveira branca desenhada com dois ossos cruzados abaixo. Bandeira que era levantada em tom de ameaça quando se aproximavam para abordar outro navio. Os Templários acreditavam que ao queimar o crânio e dois fêmures cruzados de um cavaleiro morto, seu espírito entraria no paraíso. Em seu símbolo há ainda o estranho número 322 (não se sabe o verdadeiro significado desse número, mas ele pode ser uma referência ao capítulo 3 do Apocalipse, que possui 22 versículos), colocado logo abaixo da caveira e osssos.

“A OFICINA DO DIABO”

Que mente humana seria capaz de arquitetar um plano tão monstruoso e diabolicamente criativo? Na verdade a idéia não é tão original como se pensa.
no ano de 1993, quando Bush pai abandonava a presidência, um americano que se dizia muçulmano e aproveitava as reuniões nas mesquitas de Nova York para semear idéias de terrorismo e antiamericanismo, tinha em mente reduzir as torres gêmeas a entulho. Conseguiu reunir um grupo, formando aquilo que chamam de Célula, encheram um furgão com explosivos, colocaram-no no estacionamento do subsolo do WTC e boom! Felizmente nada aconteceu e o sujeito foi preso. A história virou até um filme onde, na cena final em que o terrorista está sendo levado de helicóptero pela polícia, passa pelo WTC, olha bem para as torres gêmeas com uma cara de fanático e uma imensa barba e diz: “um dia esse prédios serão derrubados”.
Dois anos depois, outro americano maluco, dessa vez não muçulmano, chamado Timothy McVeigh, explodiu um prédio do governo em Oklahoma matando 168 pessoas. Inicialmente todos pensaram se tratar de um ato terrorista de extremistas árabes. O ódio alimentava-se. Mas logo que o americano problemático se entregou o ódio esfriou. Até hoje ninguém sabe quais eram as verdadeiras intensões de McVeigh com aquilo.
Em Hollywood, haviam tantos filmes sobre terroristas que sequestram aviões de passageiros, que se tornavam cansativos. Até o “Força Aérea Um” foi transformado em vítima do terror. Filmes como “Nova York sitiada” viriam nos familiarizar com a idéia do terror islâmico dentro do território americano. Prédios virando poeira também são especialidade do cinema americano, como podemos observar em “Independence Day”. Coincidentemente ou não, da telona vieram essas idéias impactantes que, de certo, auxiliaram muito os “roteiristas” do 11/09 a arquitetar algo que fosse bombástico, apocalíptico, para que o mundo não esquecesse e condenasse de forma unânime, o primeiro indivíduo com cara de fundamentalista islâmico que apareceu na sua frente.
A CIA possuía desde muito antes dos atentados um centro de análise de comportamento de terroristas e portanto tem um grande conhecimento sobre como funciona desde a mente de um homem-bomba até a organização de uma célula terrorista. A partir daí, dá pra ter uma noção de como foi possível criar o personagem Osama e toda uma rede de terror com tanta fidelidade a ponto de enganar a todos por anos sem ser ao menos contestada sua veracidade. E o pior é que até mesmo os grupos terroristas de verdade, caíram nessa e talvez enxerguem na figura de Bin Laden, uma espécie de lider bem sucedido, que popularizou a violência como meio de atingir objetivos políticos. Prova disso é que, em 2005, o terror fez dez vezes mais vítimas do que a média de toda a década de 1990. Por outro lado, os terroristas irlandeses do IRA e os bascos do ETA, por pelo menos seis anos não mataram ninguém. Não porque ficaram bonzinhos mas porque ser comparado com islamitas seria um risco e uma humilhação. Quer dizer, a guerra preventiva antiterror dos EUA caiu como uma luva para britãnicos e espanhóis. Não só para eles mas também para países como a Rússia e a China que estão dispostos a aniquilar movimentos separatistas islâmicos na Chechênia e em Xinxiang. No brasil, a CIA conseguiu abrir uma divisão destinada a investigar a lavagem de dinheiro de grupos terroristas atuantes na América do Sul, no consulado de São Paulo. O surgimento da Al Qaeda trouxe benefícios para muitos países. Talvez esteja aí a razão de o mundo continuar fechando os olhos para a verdade. Mas ela esta aí, como um farol aceso indicando o perigo, e se insitirem em navegar desse jeito, nessa direção, vão acabar se arrebentando contra as pedras.

A RAÍZ DE TODO O MAL

Não é de hoje que George W. Bush tem o olho grande voltado para o combustível negro. Em 1972, quando George foi dispensado da Guarda Aérea Nacional do Texas, por ser um alcoólatra, junto com seu amigo James R. Bath, ele já partia para o ramo petrolífero escavando poços no Texas que não renderam praticamente nada. Bush, que concorria com o pai chefe da CIA naquela época, certamente iria a falência, não fosse o apoio e os investimentos de seu amigo Bath, que tinha relações comerciais com uma poderosa família saudita, os Bin Laden. Bath administrava os negócios de petróleo dos sauditas com o Texas e traria Bush para o meio desse lucrativo negócio. Nascia aí uma intensa relação, regada a gasolina, entre George W. Bush e os Bin Laden. Pra começar Osama Bin Laden se tornaria agente da CIA na Arábia Saudita, quando George Bush pai estava a frente da agência. Em 1990, Bush filho era diretor da Harken Energy, empresa texana exploradora do “ouro negro”, que viria a falir graças à sua péssima administração. Mesmo assim os Bin Laden continuaram a investir fortemente nele, pois agora, George era o flho do presidente dos EUA e tinha grande influência política dentro do país, tanta que acabou eleito governador do Texas em 1996. Um ano depois, W. Bush convidou líderes talibãs do Afeganistão (aqueles mesmo, que abrigaram a Al Qaeda), para virem à América negociar a construção de um gasoduto que traria gás natural, explorado pela companhia energética americana Halliburton, do Mar Cáspio para o país dos “futuros inimigos”. Essa mesma empresa, depois que o Iraque foi invadido, financiada pelo governo americano, levou para lá peritos texanos que avaliaram os poços de petróleo do terceiro maior produtor mundial e transformaram aquela matança de gente inocente, num lucrativo campo para novos negócios. Armas de destruição em massa? Saddan não tinha, mas em compensação… Por falar nisso, o próprio Donald Rumsfeld, ex-secretário de defesa norte americano que tanto defendeu a existência das tais bombas no Iraque, já esteve por lá em 1983, vendendo armas, pessoalmente à Saddan Hussein, reforçando-o na guerra contra o Irã (1980-1988). Foi nessa guerra que Saddan, apoiado pelos EUA, utilizou bombas químicas contra civis.
quando assumiu a presidência (forçadamente) em 2000, Bush e seu pai faziam parte (e ainda fazem) do Carlyle Group, grupo multinacional que investe em indústrias controladas pelo governo, especialmente empresas armamentistas como a United Defense que fabrica, por exemplo, os tanques de guerra utilizados na guerra do Iraque. não por acaso, a família Bin laden também aplica grandes investimentos nesse grupo, principalmente nos fundos de defesa. Mas para lucrar com a United Defense era preciso estar em guerra. Bastava esperar uma cair do céu (literalmente). Eis que em 2001, no dia 11 de setembro…Veio o tiro inicial e a corrida da guerra apenas começava. E os Bin Laden estavam lá, em Nova York, Junto com Bush pai, no prédio da carlyle, vendo as torres caindo e seus lucros subindo. Para se ter uma idéia, só em 2005, os EUA movimentaram 507 bilhões de dólares em gastos militares. O que foi uma tragédia para o mundo, era uma festa para as elites e seus negócios. Não é a toa que o príncipe Bandar, embaixador da Arábia Saudita nos EUA, tmbém conhecido como “Bandar Bush”, tamanha sua intimidade com a família do presidente, foi à Casa Branca dois dias depois dos atentados para um jantar com George W. Bush. (Dá pra imaginar o champanhe francês sendo aberto.)
Os Bush recebem 1,4 bilhão de dólares dos sauditas em negócios com a Carlyle, só em 2004. A Arábia possui cerca de 1 trilhão de dólares investidos em bancos americanos, o que significa que uma fatia de 8% do bolo do tio Sam está nas mãos deles. E ainda dizem que o inimigo número um da América é um saudita. Acredite quem quizer.
Com a Arábia Saudita, Jordânia, Paquistão e Israel como aliados, tendo Iraque e Afeganistão nas mãos, não é de se admirar que os EUA estejam implicando com o programa nuclear do Irã. Seria um bom pretexto para invadi-lo também e dominar definitivamente todo Oriente Médio e junto com ele 90% do petróleo que resta no planeta. Seria, se não fosse um detalhe: a Rússia e a China são aliados do Irã.
Mas Bush tentou, então, dar um outro jeito, como sempre se escondendo atrás das mentiras, usando suas conexões com Israel. Utilizando-se do mesmo pretexto de combater o terrorismo islamita, Israel bombardeou covardemente o fraco Líbano, matando milhares de pessoas inocentes. Uma clara provocação à Síria e ao Irã que têm um acordo militar: se um está em guerra, os dois estão. Na reunião do G8 de 2006 que acontecia simultâneamente, Bush deu com a língua nos dentes. Durante uma conversa com Tony Blair, sem saber que o microfone à sua frente estava ligado, foi flagrado: “Por quê a Síria não invade logo e acaba com essa porcaria?” Deixando claras suas intenções e sua arrogância. Mas, nem Síria, nem Irã caíram na armadilha americana e como a União Européia não aceitava mais o massacre, Israel foi interrompido, deixando um rastro de destruição e morte.
Os Estados Unidos têm então uma grande pedra no sapato que vem incomodando desde antes do 11/09 e ela tem olhos puxados. Segundo um relatório da CIA sobre como será o mundo em 2020, a China será uma forte ameaça à hegemonia estadunidense, devido à sua crescente aceleração econômica. Aliada à Rússia que se tornou o segundo maior produtor petrolífero do mundo, os EUA ficariam para trás e uma guerra fria (pelo menos) seria iminente. Isso antes dos ataques a Nova York mudarem os rumos. A ameaça chinesa continua, mas aos poucos Bush vai ampliando seu império, que se ninguém impedir, será insuperável.

NEGÓCIOS DE FAMÍLIA

O pioneiro da família Bush na Skull and Bones foi o pai de George H. Bush, Prescott, que trabalhava na inteligência do exército e tinha conexões com os poderosos Rockefeller e Harriman. Em 1918, Prescott, desafiado pelos colegas bonesmen, invadiu um cemitério Apache de onde roubou o crânio do lendário cacique Jerônimo que permanece até hoje como um troféu na Skull and Bones, a qual mantém uma série de crânios de celebridades cravados nas paredes de seu mausoléu em Connecticut.
Durante a segunda guerra, vovô Bush se tornou sócio de uma empresa de petróleo, a qual fornecia combustível para a força aérea nazista, a Luftwaffe. Acabou recebendo punição do governo por isso, ao final da guerra. Prescott sentiu na pele a necessidade de se envolver com pessoas do poder político afim de conseguir imunidade contra “inconvenientes” como aquele. Acabou se tornando íntimo dos irmãos Allen Dulles e John Foster Dulles. Allen era o líder da CIA nas investigações do assassinato de John Kennedy, en 1963. A amizade rendeu na entrada de seu filho mais velho, George H. Bush (que era executivo na sua empresa petrolífera, criada com os lucros de Prescott com a Segunda Guerra) à CIA. George cresceu tanto na agência que acabou atingindo o cargo de diretor em 1976. Mas Prescott estava orgulhoso mesmo era com a visão que seu filho tinha dos negócios do ouro negro. George foi direto à fonte, cultivou uma grande amizade com um empreiteiro árabe que fazia frequêntes visitas ao texas (onde morava). Seu nome: Muhammed Bin Laden, pai de 52 filhos! Aqui realmente começava o forte laço comercial entre os Bush e os Bin Laden que, mesmo com a morte de Muhammed num ACIDENTE AÉREO ao sobrevoar os campos de exploração de petróleo de Bush no Texas em 1968, dariam muitos frutos.
O neto de Prescott, George W. Bush, viria a se tornar diretor de sua própria empresa de petróleo que cresceria a ponto de dar inveja à Esso, graças aos investimentos de Saleem Bin Laden, filho mais velho de Muhammed, comprando ações de sua empresa texana. W. Bush chegou ao seu primeiro milhão nos anos 70. Em 1988, Saleem faleceu, como o pai, num ACIDENTE com o seu jatinho particular, que tanto havia transportado George H. Bush à Arábia Saudita nas suas negociações com os sultões do combustível negro. Naquele mesmo ano os russos invadiam o Afeganistão e Bush pai, então chefe da CIA, convocaria um dos irmãos de Saleem, o agente Osama Bin Laden para se infiltrar no conflito a fim de fortalecer a resistência afegã, criando uma base militar (Al Qaeda) que receberia armas e munição do governo americano. Esse reforço culminou com a derrota dos russos e o surgimento do regime Talibã. Percebe-se que desatres aéreos, petróleo e guerras não são novidade nenhuma para os Bush e os Bin Laden.
Talvez os Bush guardem o crânio do cacique Jerônimo com uma espécie de amuleto macabro da sorte, na Skull and Bones. Mas na verdade ele parece carregar consigo uma grande “maldição”, que a família de Prescott se encarrega muito bem de espalhar por todo o planeta.

OCIDENTE X ISLÃ

A religião de Maomé vinha convertendo cada vez mais fiéis pelo mundo. Só nos EUA já eram sete milhões, até Mike Tyson aderira ao Islã. Na música, ritmos árabes faziam sucesso no ocidente. O líder do The Police, Sting gravara um hit no maior estilo “mil e uma noites”. O conflito Israel-Palestina estava muito próximo de uma solução. Enfim, o mundo vivia uma época em que a coexistência pacífica entre cristãos, judeus e muçulmanos, antes considerada utopia, era uma realidade. Mas isso incomodava outras pessoas, que certamente não se encaixam em nenhuma das três religiões, porque seu deus é o dinheiro, ou coisa pior. Então resolveram conspirar contra a paz, semeando a ganância, a discórdia e a destruição de uma forma que contaminasse toda a humanidade. Conseguiram resumir tudo em um só ataque, num único dia. Ataque que, por si só não teria tanto efeito. As mentiras que foram e continuam sendo construídas à sua volta, junto com a eficiente ocultação da verdade, essas sim, transformaram o mundo num palco de ódio e intolerância.
O fundamentalismo islâmico não é nada de novo. Em 1928 surgia, no Egito, o grupo fundamentalista que daria origem a todas organizações terroristas muçulmanas atuais, a Irmandade Muçulmana, cujo lema era: “Deus é nosso objetivo; o Alcorão é nossa constituição; o profeta é nosso líder; a luta nosso caminho; e a morte em nome de Deus é nossa maior aspiração”. É evidente que essa conduta radical traria muitos estragos, principalmente para o próprio Islã.
No mundo classificado como ocidental, também existe fundamentalismo: o IRA na Irlanda, o ETA na Espanha, as FARC na Colômbia e até mesmo o solitário Timothy McVeigh nos EUA. Cada um deles tem origens e motivos individuais mas o terror que causam é o mesmo.
Seja o terrorismo ocidental ou oriental, religioso ou político, o que não se pode fazer é associá-lo a toda uma cultura ou a todo um povo. Não podemos julgar todos os irlandeses e espanhóis pelos ataques do IRA e do ETA assim como não podemos dizer que todos os iraquianos são homens-bomba. Infelizmente o ódio espalhado pelo 11/09 parece destruir aos poucos essa capacidade de discernimento a ponto de deixar cada vez mais definida uma guerra de civilizações, entre Ocidente e Islã. E os maus intencionados aproveitam a situação: na Dinamarca, onde crescem partidos de ultradireita que acreditam que somente cristãos de pele branca deveriam viver por lá, o jornal Jyllands Posten publica charges de Maomé, sabendo que o Alcorão não permite que sejam feitas imagens do profeta. Resultado: ataques à embaixada do país no Irã e outros protestos violentos em vários países muçulmanos. Israel invade o Líbano e por motivos fúteis e interesses americanos, provoca o genocídio de civis inocentes, entre eles crianças que brincavam e estudavam nas suas escolas. Depois divulga pelo mundo um vídeo duvidoso em que compara islamitas com nazistas, dizendo que são uma ameaça para a humanidade e mostrando até crianças de quatro anos sendo educadas para odiarem os judeus e treinadas para se tornarem homens-bomba. O ministro do interior da França chama de “escória” jovens muçulmanos responsáveis por distúrbios nos subúrbios de Paris. Como se não bastasse, no meio desse caldeirão de intolerância, o Papa Joseph Ratzinger dá uma apimentada declarando que “a religião de Maomé só prega a violência”. Uma declaração no mínimo imprudente para um líder religioso tão influente no mundo. Discurso que, aliás, não é original pois, em outubro de 2001, o reverendo protestante Franklyn Graham, filho de Billy Graham, um dos líderes religiosos mais respeitados dos EUA, e conselheiro espiritual de George W. Bush, afirmou o seguinte: “O Deus do Islã não é o nosso Deus e o Islã é uma religião maléfica e perversa”.
Nessa guerra não importa de que lado se está nem que religião é a mais certa. A realidade é que todos somos vítimas dos idealizadores do 11/09, oa quais certamente não estão nem um pouco interessados em ouvir Jesus, Maomé ou Abraão. Mas sim em obter poder e cada vez mais poder. E não só poder político-econômico, mas também poder religioso. E estão conseguindo. Bush aprovou leis para que “suspeitos” de terrorismo possam ser presos sem ao menos ter uma acusação e também para o uso legal de métodos de persuasão (leia-se tortura) afim de arrancar infomações dos detidos, que evitariam possíveis novos atentados. Direitos sagrados como o de ir e vir e o de privacidade estão sendo esmagados brutalmente. Pior, as pessoas ainda aceitam isso tudo pois acham que é necessário no combate ao terror. Mas o que é mais terrível?
Bush admitiu certa vez que “uma ditadura não seria nada mal, desde que ‘eu’ fosse o ditador”. Com seu império se expandindo cada vez mais pelo mundo, podemos considerar tal afirmaçõa ameaçadora, não só para o povo americano ou muçulmano, mas para toda a humanidade.

“A BOMBA” RESSURGE

A guerra contra o Islã deixa Bush cada vez mais próximo de todo precioso petróleo que aquele povo está, literalmente, sentado em cima, mas não resolve o problema da ameaça chinesa, cujo mercado cresce pelo mundo de maneira tão espantosa, que fica extremamente difícil para os outros países, inclusive os EUA, competirem. Então que tal acrescentar um país aliado da China ao “eixo do mal” e assim aproximá-la da condição de inimigo da América? Deve ter sido mais ou menos isso o que eles tinham em mente quando somaram a Coréia do Norte ao tal “eixo”. Só que, diferentemente de Saddam, o também ditador Kim Jong Il, faria questão de mostrar aos Estados Unidos e ao mundo que realmente possui armas de destruição em massa, num claro ato de enfrentamento à Bush como resposta por ter colocado os norte-coreanos na posição de inimigo.
Última ditadura comunista do planeta, a Coréia do Norte é o país que mais compromete seu orçamento com gastos militatres. Possui um exército com 1 milhão de homens que passam por um rígido treinamento e mais parecem andróides. E, como todos puderam observar através de seus testes de ogivas e mísseis nucleares, têm em suas mãos a temida bomba atômica. Ou seja, uma ofensiva militar contra Kim Jong, não seria nada agradável, nem de longe se compararia com a invasão dos fracos Iraque e Afeganistão. Sem falar que a China não ficaria apenas olhando tudo acontecer.
Mais uma vez, Bush espalha o fantasma da guerra por uma região que vivia relativamente estável. O Japão não pegava em armas desde a segunda guerra mundial. Agora enviou mil soldados ao Iraque, juntando-se às forças de coalizão lideradas pelos americanos e faz reformas em suas leis afim de se armar contra a ameaça de seus vizinhos atômicos. Japão e Coréia do Sul cortaram todo tipo de relação que mantinham com a do Norte, deixando a situação em um nível de tensão como não se via por ali desde a guerra da Coréia. Kim Jong já advertiu que qualquer bloqueio comercial para prejudicar seu país será encarado como uma declaração de guerra e, sendo assim, responderia com um ataque nuclear aos EUA.
A humanidade vinha tentando esquecer-se de que um dia Oppenheimer havia inventado a bomba mais destruidora de todas. Estávamos muito próximos disto quando o “presidente da guerra” assumiu o poder e trouxe consigo o mal que, difundido pelo mundo, transformou a ameaça mais temida numa terrível realidade, comparável apenas à crise dos mísseis em Cuba, nos tempos da Guerra Fria, onde o mundo poderia acabar à qualquer dia. Talvez o que tenha salvado o mundo lá no início dos anos 60 fora o bom senso do presidente Kennedy que soube dialogar com o líder russo Nikita Kruschev, a ponto de cnvencê-lo a retirar seus míssei nucleares de Cuba e com isso adiar o Apocalipse. A diferença é que hoje o termo “bom senso” não aparece no dicionário de Kim Jong Il e muito menos no de George W. Bush, se é que eles possuem algum.

GUERRA ATÉ NAS ESTRELAS

Nos anos 80, o governo Ronald Reagan dava continuidade à Guerra Fria criando a Iniciativa de Defesa Estratégica (SDI) mais conhecida como “Projeto Guerra nas Estrelas”, que consiste em um conjunto de satélites espalhados estratégicamente pela órbita da Terra, cuja principal finalidade era localizar e interceptar mísseis nucleares que fossem disparados contra o seu país, formando uma espécie de escudo. Alguns satélites foram lançados ao espaço mas o projeto teria sido abandonado devido à pressões internacionais. Mais tarde o Pentágono investiria em outro projeto militar dessa natureza mas, como a Guerra Fria já havia acabado e as grandes potências mundiais tinham assinado um tratado de não proliferação de armas nucleares e não aceitariam, portanto, nenhum investimento nesse sentido, era necessário acobertá-lo. Surgiu então, em 1993, disfarçado de pesquisa científica, o projeto HAARP (High Frequency Active Auroral Research Program), um conjunto de antenas transmissoras localizadas na cidade de Gakona, no Alaska.

O projeto seria uma evolução, uma continuação alternativa da SDI e a princípio, estudaria o potencial da Ionosfera, camada elétricamente carregada da atmosfera terrestre, para construir um tipo de radar “além do horizonte”, controlar as comunicações por rádio e também o clima, baseado nos estudos do físico texano Bernard Eastlund. O HAARP passaria então por uma década de experimentos e melhoramentos. Eastlund aproveitou-se do legado do físico sérvio, naturalizado americano, Nikola Tesla (1856-1943).

Apesar de não ser muito conhecido, Tesla, deixou invenções e descobertas indispensáveis para a evolução tecnológica do homem, como, por exemplo, o controle remoto, o motor elétrico e o uso da corrente alternada. Mas o que interessou os cientistas do projeto foram suas anotações sobre o que Tesla chamava de o “Raio da Morte” e a “Máquina de Terremotos”. O Raio da Morte seria um canhão de partículas de plasma (quarto estado da matéria, abundante na Ionosfera) que destruiria qualquer coisa a uma distância de até 321 Km (a Ionosfera se estende de 65 a 1000 Km de altitude, portanto um raio originado lá, alcançaria a superfície terrestre sem problemas). O seu poder de destruição seria equivalente ao de uma bomba nuclear só que de maneira limpa, ou seja, sem deixar radiação. E ainda seria possível aumentar e diminuir a potência do raio conforme a intensidade da frequência aplicada pelas antenas emissoras na Ionosfera. Tesla chegou a testar seu raio. Na madrugada do dia 30 de junho de 1908, em Nova York, onde morava desde 1884, ele estava com toda sua parafernalha pronta num lugar isolado próximo à costa. Apontou então seus transmissores de alta frequência para o norte e…Nada aconteceu. Nikola voltou desapontado para casa. Porém nos dias seguintes, ele leu nos jornais que a região pouco povoada de Tunguska, na Sibéria, fora cenário de uma explosão diferente de qualquer outra que o mundo já vira antes. Praticamente todas as ávores num raio de 30 Km, foram derrubadas e carbonizadas.

Testemunhas que estavam a 400 Km do local, disseram ter visto uma “coluna de fogo” que descia do céu. Sismógrafos em Washington registraram que a explosão foi considerávelmente mais poderosa que a da bomba de Hiroshima viria a ser 37 anos depois. As noites ficaram claras durante dias, iluminadas por um plasma que insistia em permanecer nos céus do local, como auroras boreais. O acontecimento ficou conhecido como “evento de Tunguska” e até hoje nenhuma explicação convincente foi dada sobre sua causa. Não houve nenhuma cratera que pudese indicar queda de meteoro, logo, Tesla concluiu que aquilo não era coincidência e que seu Raio da Morte jamais poderia cair em mãos erradas. Infelizmente isso acabou acontecendo. No final da Primeira Guerra ele enviou ao presidente Woodrow Wilson um esquema de como funcionava seu raio, com a intenção de evitar uma próxima guerra. (com uma arma tão poderosa, as nações não se enfrentariam, pois se destruiriam). A única resposta que o governo deu à Tesla foi uma carta de agradecimento por sua contribuição para a nação. Eles consideraram a idéia estranha demais e inviável.
Quando testava em seu laboratório de Nova York um aparelho que detectava a frequência de vibração dos objetos e os fazia oscilar nesse ritmo, fez uma viga de metal chacoalhar até quase romper-se. Detalhe é que o chão da vizinhança toda de Manhattam, tremeu junto. Estava criada a Máquina de Terremotos. Acontece que os vizinhos assustados, chamaram a polícia e quando o FBI invadiu seu prédio, Tesla destruiu sua invenção a marteladas. Mesmo assim, apreenderam os pedaços dela e as anotações do cientista. A “invenção que poderia partir o planeta em dois” funcionaria com a irradiação de ondas eletromagnéticas. A Terra funciona como um imã gigantesco, possui um forte campo eletromagnético, gerado pelo constante movimento giratório dos metais liquefeitos no seu núcleo, chamado de Magnetosfera, que fica logo acima da Ionosfera.
A grande contribuição científica que fez com que o HAARP entrasse em operação em 1998, foi de Bernard Eastlund, que projetou um conjunto de antenas as quais ocupam uma área de cinco hectares e têm a propriedade de focar radiação de alta frequência injetando-a em um único ponto da Ionosfera (ou da Magnetosfera) aquecendo-as e gerando correntes elétricas de 1 Watt por centímetro cúbico que por si criam altas concentrações de plasma ou energia eletromagnética. (Processo parecido ocorre pelo bombardeamento do vento solar àquelas camadas, gerando energia que se acumula nos pólos e cria o belo efeito das auroras boreais.) Uma vez acumulada a energia poderia ser refletida e direcionada a qualquer ponto do planeta com o auxílio de satélites, em forma de eletricidade, pulsos eletromagnéticos, ondas ressonantes ou plasma.
Através de estudos meteorológicos da Força Aérea dos Estados Unidos (USAF), que participa do projeto HAARP junto com a Marinha, os pesquisadores sabiam que a Ionosfera é a camada que controla o clima da Terra, pois o combustível de efeitos climáticos com enxurradas, tempestades de neve, secas e até mesmo furacões, é a eletricidade, fartamente encontrada lá em cima. Para se ter uma idéia, acima do pólo norte existe um imenso anel de energia onde circulam quantidades superiores a um trilhão de Watts. É nele que se formam as auroras boreais. Esse anel gira em torno do norte magnético do planeta. Como se vê, não é por acaso que o Alaska foi escolhido para sediar o projeto. Bom, sabendo que a Ionosfera controla o clima e tendo tecnologia para manipulá-la, agora eles já poderiam brincar de Deus. E parece que andam fazendo isso. No fim das contas, o Pentágono tem nas mãos uma arma, não declarada, capaz de, entre outras coisas, causar grandes blecautes, interromper comunicações, comunicar-se com submarinos a grandes profundidades, derrubar aviões (vale ressaltar aqui que a região onde o vôo 1907 da Gol caiu é controlada pelo projeto SIVAM- Sistema de Vigilância da Amazônia-instalado pela americana Raytheon, empresa responsável pelo HAARP), desativar mísseis nucleares, destruir cidades sem deixar radiação, provocar terremotos e causar vários tipos de eventos climáticos como furacões, por exemplo, que poderiam ter sua potência aumentada ao máximo e sua trajetória direcionada para onde quisessem que fosse (também poderia evitá-los).
Sabendo destes fatos, que parecem ter saído de um livro de ficção científica, nos é permitido questionar: O fato de o tsunami, provocado por um imenso terremoto um dia depois do natal de 2004, ter destruído grande parte da Indonésia que é o país com a maior população muçulmana do mundo é apenas coincidência? Foi por acaso que outro tremor violento destruiu a região da Caxemira, disputada por Índia e Paquistão? Por quê o furacão de nível 5 (o máximo), Katrina devastou a cidade negra de Nova Orleans (e algumas plataformas de petróleo do Golfo do México), enquanto que, dias depois, outro furacão de mesma intensidade que se dirigia para Houston, no Texas, acabou se dissipando antes que causasse estragos por lá? Por quê a temporada de furacões de 2005 foi a maior da história e a de 2006 foi a mais fraca? Para o reverendo e amigo de Bush, Franklyn Graham, o Katrina foi uma “punição de Deus” ao povo de Nova Orleans que seria uma “cidade prostituída, cheia de pecadores e suas festas pervertidas”. Como eu acredito que Deus não castiga ninguém, é muito mais provável que seu amigo da sociedade secreta racista e obcecada pelo Apocalipse, esteja testando o poderoso brinquedinho que as forças armadas estadunidenses têm nas mãos, aproveitando para espalhar o clima de caos e fim de mundo, deixando as pessoas desorientadas e com medo, fáceis de serem manipuladas e controladas. Com isso também tira-se o foco de outros problemas, como a guerra do Iraque, por exemplo. Não podemos nos esquecer que nestes três terríveis desastres, a ajuda demorou anormalmente à chegar e as vítimas que não morreram na hora, foram morrendo aos poucos de fome, doença ou outros motivos (coincidência?). Em Nova Orleans por exemplo, o governo Bush abandonou as pessoas à sua própria sorte numa cidade destruída e inundada pelo furacão. Os sobreviventes tiveram que se amontoar no ginásio de esportes Superdome, onde os que não morreram, passaram dificuldades extremas durante dias.

Já no seu primeiro ano como presidente, George W. Bush deixava claro seu interesse em armas espaciais, declarando que os EUA iriam construir um escudo anti-mísseis nucleares. Mas o 11/09 ainda não tinha chegado. Logo, a comunidade internacional não aceitou essa atitude que ia contra o respeitado tratado de não-proliferação de armas nucleares, sem motivo algum para isso. Então os americanos não flaram mais no assunto, mas por baixo dos panos, o projeto HAARP, que a princípio foi patrocinado pela ARCO, subsidiária de uma das maiores companhias petrolíferas do mundo e coordenado pela E-Systems, organização de serviços de inteligência que trabalha para a CIA e vinha recebendo grandes investimentos do governo, se tornado cada vez mais eficiente. A E-Systems foi comprada pela Raytheon, uma das maiores empreeiteiras de sistemas de defesa do mundo, que possui milhares de patentes, doze das quais são utilizadas no HAARP e são de autoria de Bernard Eastlund que baseou seus estudos em Nikola Tesla. Em sua página na internet (www.haarp.alaska.edu), vemos no canto superior esquerdo uma bandeira americana, ao seu lado a data “11/09/01” e logo abaixo a seguinte mensagem: “Estamos unidos. Estamos resolvidos. Não nos esqueceremos.” (Recentemente houveram mudanças no design da página do Projeto e esta declaração foi retirada.) Sendo o HAARP uma arma tão poderosa, essa demonstração de patriotismo se torna ameaçadora, ainda mais quando sabemos que ela é fundamentada numa grande mentira. Como se não bastasse, em outubro de 2006, Bush impôs ao mundo que a órbita da terrestre agora pertenceria aos EUA e satélites de países considerados inimigos não seriam bem vindos e consequentemente, eliminados. Os outros países que exploram o espaço serão constantemente monitorados. Para a opinião pública mundial ficou uma dúvida: Como eles conseguirão fazer isso? A resposta nós sabemos e, sendo eles os “donos” da órbita da Terra, é certo que agora os avanços científicos para o aperfeiçoamento de armas espaciais, como o HAARP e os High Power Solar Sattelites, serão muito maiores.

O pior de tudo é que os “pesquisadores” do projeto não deram atenção à parte final dos estudos de Eastlund. Lá ele relata que as interferências na Ionosfera poderão ser permanentes o que causaria danos irreversíveis à atmosfera, ao clima, ao meio ambiente e à vida na Terra. Mas será que eles estão preocupados com isso?
Mais detalhes sobre como foi criado, como funciona e com está sendo utilizado o HAARP, você poderá ver no livro “Angels don’t play this HAARP” de Nick Bgich E Jeane Manning (1996).

POLUIR É O NEGÓCIO

Desde o início de seu primeiro mandato, George W. Bush vem castigando impiedosamente o meio-ambiente. Retirou seu país de acordos para o controle de emissão de gases causadores do efeito estufa, como o Protocolo de Kyoto, o que não é nada bom considerando que os EUA produzem mais de um terço desses gases no mundo. Anunciou um plano energético pra construir cerca de 1.900 usinas termoelétricas, a maioria movida à carvão, o combustível que mais emite os nocivos gases. Outro exemplo de sua total falta de respeito à natureza é o relatório escrito pelo o assessor da Casa Branca, Frank Luntz, onde recomendava trocar o termo “aquecimento global” pelo menos agressivo “mudanças climáticas”. No relatório chamado “Vencendo o debate sobre o aquecimento global”, Luntz dizia que, em vez de controlar as emissões, o governo deveria passar a imagem de que desenvolveria tecnologias capazes de resolver o problema. Uma clara tentativa de iludir o público, nos fazendo pensar que eles têm tudo sobre controle e o aquecimento global não é uma ameaça ao ambiente. Não é o que diz o Painel Governamental de Mudanças Climáticas (IPCC), que reuniu um grupo de cerca de dois mil cientistas de mais de cem países. Eles garantem que o aquecimento global é um problema real e grave e a culpa é do homem com suas chaminés, escapamentos e queimadas. Falando nisso, certa vez houve um grande incêndio na Califórnia que estava acabando com várias casas de luxo na região. Quando questionado sobre qual seria a solução para o problema, George W. Bush respondeu: “Derrubem todas as árvores!”
A relação das indústrias de carvão e, como sabemos, de petróleo com o governo Bush, são especialmente próximas, não só pelas doações generosas, mas também pelo fato de que várias pessoas que trabalham no gabinete presidencial têm vínculos com empresas do setor. Uma delas era Philip Cooney, um ex-lobista do Instituto Americano de Petróleo, que assumiu o cargo de nada menos que chefe do Conselho de Qualidade Ambiental, onde sua principal função era censurar relatórios científicos como o da Agência Americana de Proteção Ambiental, a qual afirmava que a emissão descontrolada de gás carbônico aqueceria os EUA. Cooney alterava froçadamente os estudos da agência afim de diminuir a importância dos alertas contra o aquecimento global e minimizar a culpa das chaminés das indústrias energéticas.
Não é difícil entender o interesse dessas indústrias e do governo em acobertar as discussões sobre as mudanças climáticas. Estamos falando de um setor gigantesco que movimenta mais de um trilhão de dólares e gastou quase meio bilhão em influência política nos EUA, no período de 1998 a 2004, principalmente em contribuições de campanha. Com o país participando de tratados de redução de emissão de gases, como o Protocolo de Kyoto, seria necessário que suas indústrias fizessem cortes drásticos nos seus principais produtos e isso significa prejuízos na casa dos bilhões. Logo, entre proteger o meio ambiente e ficar com as vultuosas contribuições das campanhas de petróleo e do carvão, o que os governantes, que têm o ouro negro circulando por suas veias, escolheriam?
O fato é que enquanto eles acumulam riquezas e poder, a atmosfera da Terra vai acumulando, todo segundo, gases poluentes como o dióxido de carbono (CO2), que já estão transformando o clima mundial num verdadeiro caos irreversível e como se isso fosse pouco, ainda utilizam ele (o clima) como arma de guerra, manipulando as camadas da atmosfera que protegem o planeta dos poderosos ventos solares e portanto são vitais, deveriam permanecer intocadas. Infelizmente a matemática não falha e eal nos mostra um cenário (sem exageros) apocalíptico para o futuro climático da Terra. Especialistas dizem que em breve os prejuísos com o clima superarão a produção mundial, o que significa uma crise econômica sem precedentes. Como a corda sempre arrebenta no ponto mais fraco, quem sofrerá ainda mais com isso serão os menos favorecidos economicamente, ou seja, a maioria da população mundial, que poderá acabar sendo extinta. Talvez aí esteja uma das razões pela qual as “elites super poderosas” não tenham limites para acumular cada vez mais riquezas.

CONEXÕES DO MAL

Podemos chegar à conclusão de que a sinistra sociedade secreta de elite Skull and Bones seja o grande arquiteto desse mal todo, formando líderes para impôr suas ideologias ao mundo, modelando-o conforme seus padrões. Pode até ser, mas os bonesmen talvez sejam apenas a ponta do iceberg. A Skull and Bones esta conectada à uma intricada rede mundial de socidades secretas derivadas dos Cavaleiros Templários (cavaleiros que guerreavam nas Cruzadas em nome do Papa contra os muçulmanos pela terra sagrada de Jerusalém. Passaram a agir na obscuridade após sua perseguição e suposta dissolução), entre elas a Maçonaria. Essa “Rede” tem por objetivo defender os interesses de seus membros das poderosas elites de todo o mundo a qualquer custo, tudo ocultamente, claro.
Uma de suas representantes seria a alemã, Sociedade Thule (Thule Gesellshaft).

A seita secreta alemã foi fundada em 17 de agosto de 1918, três meses antes do fim da Primeira Guerra, por Rudolf Von Sebottendorf. A Thule deve seu nome ao mítico jardim do éden nórdico, cuja locolização seria um mistério, em algum lugar do extremo norte do planeta e seria habitado por deuses germânicos. O líder espiritual ou sumo sacerdote dessa seita foi Dietrich Eckart, o homem que reconheceu em Hitler, desde o primeiro momento em que o viu, o predestinado, o messias que a tanto esperava. Outra sociedade ocultista fortemente ligada à Thule é a indiana “Sociedade Vril”, cuja crença na época era a de que os alemães estavam ligados a uma raça superior de arianos (hindus primitivos) descendentes diretos dos deuses que habitavam Thule. Prova dessa ligação é o emblema da Socidade Thule, uma espada envolta por ramos de oliveira sobre uma suástica. A suástica é um símbolo do sânscrito que significa “sabedoria”. Na capa do livro original de Hitler havia uma espada e na sua lateral a mesma suástica dos Thule. As duas sociedades secretas ainda existem. A Vril continua na Índia e a Thule mudou-se para o tibete. Em 1919, um ano após o término da Primeira Guerra Mundial, o então cabo austríaco, Adolf Hitler passaria a fazer parte dos Thules, sob influência de seu líder Dietrich Eckart, a quem dedicou seu único livro escrito, “Mein Kampf” (Minha Luta) de 1923. Nela Hitler adquiriria prestígio e poder para fundar o partido nazista. Ele teria sido o líder escolhido pela socidade para implantar uma “Nova Ordem Mundial”, impondo mudanças políticas econômicas e raciais radicais aos territórios conquistados à força através de um intrincado e eficiente sistema de brutalidade.
Joseph Goebbels seria o braço direito de Hitler, fazendo a grande propaganda do partido nazista, insistindo no discurso de que só os nazistas poderiam salvar a Alemanha da ameaçadora anarquia comunista. Em 27 de fevereiro de 1933, menos de uma semana antes da data marcada para o povo alemão eleger um novo governo nacional, o edifício do Reichstag, sede da Assembléia Legislativa Alemã, foi incendiado criminosamente. Um ato terrorista. Adolf Hitler que a apenas um mês havia se tornado chanceler, estava lá, assistindo os bombeiros controlarem o fogo. Mesmo antes de a polícia concluir o interrogatório de suspeitos, Hitler já trabalhava numa declaração na qual afirmava que o incêndio do Reichstag tinha sido um ato revolucionário dos comunistas e prometia uma ação rápida contra a ameaça. Era necessário achar um culpado. Logo, apareceu Marinus Van Der Lubbe, um holandês comunista de 24 anos, confessando livremente ser o autor do ataque, o que fez com que o partido nazista (Nacional Socialista) conquistasse a confiança do povo alemão. Entre o incêndio e as eleições em 5 de março, Hitler tornou-se praticamente ditador da Alemanha. (Coincidentemente a Skull and Bones estava comemorando seu primeiro centenário nessa época). Foram-lhe concedidos poderes especiais para a “proteção do povo e do estado”. Com um decreto presidencilal acabou com a liberdade de expressão, conseguiu imunidade para invadir domicílios sem mandado judicial, quebrou o sigilo de correspondências e passou a interceptar conversas telefônicas, tendo ainda decretado a pena de morte para vários tipos de crime. As SA e SS, os exércitos nazistas, começaram a construir campos de concentração para prisioneiros políticos e de guerra, comunistas e judeus, que segundo Hitler, faziam parte de uma conspiração mundial para destruir a Alemanha. Estes campos seriam espalhados por toda Europa. O plano da “Nova Ordem” que não admitia a coexistência pacífica com outras raças, iniciava com a invasão da Polônia pela Alemanha de Hitler e com ela a Segunda Guerra Mundial. Pouco antes de isso acontecer em 1939, Rudolf Hess, membro da Thule, lançava uma teoria antimaçônica. Nela o segundo Füher declarava que havia uma conspiração judaico-maçônica para acabar com o terceiro Reich e dominar o mundo. Mas esse movimento anti-maçon não era nenhuma novidade, na verdade já tinha mais de cem anos.
Em 1832 houve uma eleição presidencial nos EUA. No período que antecedeu estas eleições, a Maçonaria, que teve George Washington como um de seus ilustres membros e havia contribuído ativamente para que os americanos obtivessem sua independência da Inglaterra em 1776, vinha sendo alvo de duras críticas da opinião pública. A situação evoluiu de tal maneira que chegou a ser criado o partido antimaçônico, cujo candidato à presidente, William Wirt, atingiu a expressiva votação de 8% do total de votos naquela eleição. Pode ser coincidência ou não, mas a Skull and Bones foi criada nesse mesmo ano em que nasceu um partido antimaçônico determinado a acabar com a hegemonia que a Maçonaria mantinha, tendo vários membros na presidência dos EUA. Poderia a Skull and Bones ter criado o partido antimaçônico ou vice-versa, talvez nunca saibamos a verdade, afinal é por isso que essas sociedades são chamadas “secretas”. Mas o fato é que o atual (2007) presidente dos EUA é um bonesman. Teriam os antimaçônicos atingido sua grande vitória? Ou talvez tudo não passe de uma grande jogada de seus membros da elite para distrair e acalmar as massas.
Na farda dos grandes líderes nazistas como Hermann Goering, chefe da Luftwaffe, poderíamos encontrar em meio a uma infinidade de medalhas, uma caveirinha com dois ossos cruzados abaixo dela, no seu peito, em seus quepes e até em anéis.


Uma “coincidência” impressionante com o símbolo da Skull and Bones. Ainda mais sabendo que o bonesman Prescott Bush contribuiu para a Luftwaffe causar muita destruição e conquistar várias nações européias para Hitler, fornecendo combustível para seus aviões.
Como podemos ver, as semelhanças e ligações entre Adolf Hitler e George W. Bush não parecem ser meras coincidências, dois líderes tiranos, adeptos de seitas secretas ansiosas pela nova ordem mundial, são evidências claras de que são todos elos da mesma corrente do mal, ou seja, as águias nazista e americana voam juntas.

Uma cena que ilustra bem essa relação foi o desfile promovido pela comunidade germano-americana em 1937, no qual bandeiras nazistas e dos EUA andavam lado a lado pelas ruas de Nova York. O incêndio do Reichstag e os atentados contra o WTC e o Pentágono, são diferentes em proporção e na tecnologia empregada, mas na essência o objetivo final é o mesmo: usar o medo e a fragilidade do seu povo como pretexto para defendê-lo de um inimigo forjado, atingindo assim poderes de ditador para impôr regras, mudar leis, tirar direitos e utilizar a força para invadir outros países, impondo à eles suas condições políticas, econômicas, sociais e religiosas. As prisões secretas da CIA na Europa e sua “política anti-terror”, que sequestra, aprisiona, tortura e mata, não são diferentes dos campos de concentração nazistas e da Gestapo (a polícia secreta de Hitler).
A conclusão a que chegamos é que os objetivos de Hitler e Bush também possam ser semelhantes, afinal, o mal que Bush e os seus vêem causando ao mundo, colocou-o à beira de uma Terceira Guerra, se é que ela já não está em andamento. Todas as mudanças provocadas pelo 11/09 seriam sinais de que uma “Nova Ordem Mundial” estaria sendo posta em prática. A diferença é que a guerra dos nazistas e sua “nova ordem” eram declaradas, enquanto que hoje tudo ocorre ocultamente. Com armas de destruição em masa como o HAARP, nas mãos erradas, países podem estar sendo atacados sem saberem disso. Mas a maior arma que Bush tem nas mãos é a mentira e a indiferença das pessoas diante dela.
A Skull and Bones crê numa espécie de milenarismo, ou seja, no iminente fim da atual ordem mundial e na criação de uma nova ordem em que as foças do “bem” derrotam os “inimigos que dominam o mundo”. 2001 foi o primeiro ano do terceiro milênio, o ano perfeito para iniciar a nova ordem, levando um bonesman ao poder da maior potência bélica do mundo, que deixa a Alemanha de Hitler no chinelo. Desta vez parece que não há nada que possa impedí-los de obterem êxito na sua missão. O mundo consente os pretextos utilizados por eles, praticamente sem questioná-los. Joseph Goebbels soube ilustrar muito bem o tipo de política que essa “rede” de sociedades secretas adota: “Uma mentira contada mil vezes, torna-se uma verdade”.
Talvez todas estas conexões existentes entre os bonesmen e os thules, nos façam entender o por quê de, em 1945, os EUA lançarem duas bombas atômicas contra duas pacatas cidades japonesas e nenhuma contra os terríveis nazistas. Quer dizer, além de inventarem “A Bomba” e realizarem o primeiro e único ataque nuclear da história, os americanos ainda não atacaram o inimigo que realmente deveriam atacar. A “bomba suja” tem suas origens em 1939 quando o judeu-alemão refugiado nos EUA, Albert Einstein, então o mais famoso cientista da América, foi persuadido a escrever uma carta ao presidente americano Franklin D. Roosevelt, convencendo-o das possibilidades militares do átomo. Roosevelt interessou-se, mas quem conseguiu finalmente a aprovação presidencial para iniciar o programa atômico em 6 de dezembro de 1941 (um dia antes do ataque japonês a Pearl Harbor) foi ninguém menos que Vannevar Bush, chefe do Departamento de Pesquisa Científica e Desenvolvimento (Office of Scientific Research and Development) dos EUA. Vannevar seria tio em algum grau de George H. Bush e foi um dos fundadores da Raytheon Company em 1922, atualmente uma das mais ricas empresas do mundo, segundo a revista Fortune (revista cujo fundador, Russel Devenport, é um bonesman). A Raytheon é uma empreeiteira que desenvolve sistemas de defesa para o Pentágono, foi ela quem elaborou os mísseis Patriot e Tommahawk e é responsável pelas patentes e investimentos utilizados no projeto HAARP, que pode ser o meio de destruição mais sorrateiro e poderoso que o homem já teve nas mãos.
O projeto atômico iniciado e incentivado por Vannevar, levou a formação de uma equipe, em 1943, de físicos nucleares e outros cientistas americanos e europeus, entre eles Neils Bohr, chefiados por J. Robert Oppenheimer. Era o Projeto Manhattan, que em 16 de julho de 1945, num local isolado da base aérea de Almogordo no Novo México, realizou o primeiro teste nuclear da história. Menos de um mês depois, Hiroshima e Nagasaki sentiram na pele o terror atômico. Parecia ser o último ato da Segunda Guerra Mundial, mas na verdade fora apenas o primeiro passo para a Guerra Fria, termo que foi cunhado em abril de 1947 por Bernard Baruch, estadista norte-americano, para definir a crescente tensão existente entre EUA e URSS.

UMA MÃO SUJA, SUJA A OUTRA

Quando nos referimos à ligação entre as sociedades secretas dos Bush e dos nazistas, a coisa parece soar meio mística demais e, como não quero fazer apologia a nenhum tipo de misticismo, veremos que as seitas secretas movimentam algo muito mais influente e concreto do que magia negra e rituais satânicos: Dinheiro.
Como vimos anteriormente, Prescott Bush ajudava a manter os aviões da Luftwaffe no ar, fornecendo combustível aos nazi. Agora veremos que esse negócio é apenas consequência de outras grandes ligações financeiras e laços comerciais mantidos entre o vô Bush e o industrial alemão Fritz Thyssen, essenciais à subida financeira de Adolf Hitler antes e durante a Segunda Guerra.
A história é no mínimo suspeita e intriga a muitos até hoje: Como pôde um sujeito, que era um soldado qualquer na Primeira Guerra, um pobre artista que vivia em albergues, crescer tanto no período entre guerras, a ponto de se tornar um dos líderes ditadores mais poderoso e influente de todos os tempos? Pois pode ter certeza, quando ocorrem essas ascenções misteriosas, as sociedades secretas (Maçonaria, Skull and Bones, Thule) estão fazendo seu jogo sujo de interesses bem longe dos olhos e ouvidos do público, utilizando suas poderosas conexões espalhadas por todo o mundo.
Os banqueiros de Wall Street que fizeram sua fortuna astronômica lá nos primordios da América, usando seus contatos maçônicos para ter passe livre e lucrar com pirataria, comércio de escravos, massacre de índios, contrabando de ópio, entre outras sujeiras, não tiveram o menor escrúpulo ao encontrar no financiamento da Alemanha nazista uma garantia para que seus cofres não sentissem o abalo da crise de 1929. Mas eles não foram os únicos. Outras sociedades de grandes famílias da elite americana também participaram.
Standard Oil, o Chase Bank dos Rockefeller e a Brown Brothers Harriman de William Averill Harriman, estavam empolgadas com os promissores lucros que uma Segunda Guerra prometia, especialmente depois do crescimento extraordinário que os EUA tiveram com a Primeira. O magnata das estradas de ferro sujas de sangue escravo, Averill Harriman já havia lucrado muito com a Primeira Guerra Mundial. Quando transportava seus despachos secretos lá, ele lhes dava o código 322, que só era conhecido pelos bonesmen e esta presente no símbolo da Skull and Bones. Em 1922 Harriman foi a Berlim para reunir-se com os membros da família Thyssen com o interesse de fundar uma filial bancária. Dois anos mais tarde nascia a Union Banking Company (UBC) em Nova York. Dirigido por Prescott Bush e presidido pelo seu sogro George Herbert Walker, o UBC tinha a função de fazer transações com o Bank Voor Handel (Banco do Comércio e da Navegação) que Fritz Thyssen mantinha na Holanda, tudo secretamente claro. Prescott chegou à direção do UBC graças a um empurrãozinho de seus amiguinhos da Skull and Bones.
Fritz Thyssen era um grande admirador de Hitler, desde o começo. Ficava fascinado com seus discursos e sua capacidade de controlar as massas. Tanto que resolveu investir nos seus ideais e chegou a escrever um livro: “I Paid Hitler” (Financiei Hitler), onde deixa claro a influência que teve na ascenção do nazismo, desde 1923. A influência de Fritz, aliás, era forte. Vinha de uma família de elite que possuía um banco em Berlim também, o August Thyssen Bank. Tanto poder lhe permitiu fundar, junto com seus amigos banqueiros de Nova York, o Germany Steel Trust (Consórcio Siderúrgico Alemão) em 1926. Consórcio esse que tinha a função de produzir os materiais necessários para construir blindados, aviões de combate, canhões e bombas, sendo responsável por aproximadamente um terço de toda máquina de guerra nazista.
Durante a guerra, Thyssen teve que fugir para a França onde acabou sendo preso anos mais tarde e transferido para o campo de concentração de Dachau, que mantinha prisioneiros de guerra alemães. Lá permaneceu até o fim da Segunda Guerra. Fritz Thyssen morreu em 1951, para a alegria da família Bush. Com sua morte os acionistas do UBC encerraram suas participações e retiraram suas restituições gordas e manchadas de sangue que estavam bem seguras no banco da Holanda de Thyssen. Um dos grandes beneficiários, claro, foi Prescott Bush, que retirou imediatamente seus milhões e partiu para abrir seu próprio negócio no rentável mundo do petróleo. Em breve, também se elegeria senador.
Como podemos observar, as famílias da elite passam por cima de pessoas, nações, raças, religiões e ideais, tudo para manter e ampliar seu poder.

INIMIGO CONFIDENCIAL

Não por acaso, em 1947 o congresso americano estabeleceu a Agência Central de Inteligência (CIA) que seria de responsabilidade do presidente através do Conselho de Segurança Nacional. A criação da CIA e do Conselho foi autorizada pelo Departamento de Defesa criado sob os termos da lei de segurança nacional daquele ano e que tinha como seu primeiro secretário James Forrestal, ex-secretário da marinha nos governos Roosevelt e Truman. Forrestal era um homem misterioso e clinicamente perturbado que falava, ao defender a criação dos três novos departamentos, da necessidade de combater a “agressão comunista”. Discurso incrivelmente semelhante ao que os nazistas utilizaram para chegar ao poder. A trindade da segurança americana seria o instrumento do que ficou conhecido como “Estado de Segurança Nacional”, uma espécie de governo paralelo cujas ações são ocultadas do conhecimento dos eleitores. Portanto não é de se admirar que a CIA esteja estreitamente conectada à Skull and Bones. Um de seus primeiros diretor de pessoal, F. Trubee Davison era bonesman desde 1918. Na sede da CIA ser um bonesman era considerado muito proeminente. Tanto que o Office of Strategic Services (OSS) da Agência, foi criado por membros da sociedade secreta de Yale.
O secretário de estado de Harry Trumam, Dean Acheson, afirmou que uma vez estabelecida a CIA, nem ele nem mais ninguém estaria em posição de saber o que ela estaria fazendo ou de controlá-la. Mas a paranóia anti-comunista liderada por Forrestal explorou muito bem a insegurança de uma nação ainda traumatizada pelo súbito ataque japonês a Pearl Harbor, o que resultou na aprovação do congresso aos novos sistemas de inteligência. O principal objetivo da CIA seria avaliar a ameaça que as táticas bélicas inimigas, convencinais ou nucleares, representam. Para isso divide-se em várias categorias: O Humint (Inteligência Humana) é responsável por todas as informações colhidas por agentes espiões que são treinados, num lugar chamado “The Farm” (A Fazenda), para serem verdadeiros ninjas, mestres em disfarces e terem capacidade de representação digna de um ator de Hollywood. Também passam por um rigoroso teste de lealdade. Alguns deles são selecionados para trabalhar em missões especiais como agentes não oficiais, cujo paradeiro é tão confidencial que até mesmo outros agentes desconhecem; O Comint (Inteligência nas Comunicações) envolve a interceptação de todo tipo de comunicação. A invasão de privacidade promovida atualmente pela NSA e aprovada por Bush, evoluiu desse setor; O Sigint (Inteligência Aplicada aos Sinais) destina-se a interceptação e decodificação de mensagens criptografadas. Estudos nessa área levaram à criação e ao aperfeiçoamento dos computadores. Um dos grandes colaboradores para isso foi Vannevar Bush, que se tornou diretor do Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT); O Elint (Inteligência Eletrônica) dedica-se à interceptação e análise de todo tipo de emissão eletromagnética (radar, pontos de controle de mísseis,etc.). Levou ao desenvolvimento da SDI e do Projeto HAARP; E o Imint (Inteligência Aplicada às Imagens) que tem por objetivo fotografar as atividades inimigas através de aviões e satélites espiões. Essa tecnologia evoluiu tanto que hoje qualquer um pode observar qualquer parte do planeta através da internet.
A Agência Central de Inteligência que tem sua sede em Lagley, Virgínia, como era de se esperar iria muito além de seus limites: treinando guerrilhas anti-comunistas em várias partes do mundo (incluídos aí Afeganistão e Iraque); intrometendo-se nas economias de países que não faziam oposição suficiente à URSS; e até mesmo assassinando líderes de esquerda ou que fossem independentes de alguma das duas superpotências, através de agentes treinados para matar que, uma vez atingido seu objetivo, eliminavam quaisquer vestígios que os ligassem à agência. A titudes nem um pouco diferentes das organizações terroristas que hoje combate. Uma das características da CIA é nunca tornar público suas conquistas, apenas suas derrotas, o que pode ser perfeitamente manipulado, pois nunca poderemos saber se as operações “fracassadas” são as que realmente importam para eles. Esses fracassos poderiam ser propositais afim de provocar alguma oportuna reação, própria ou do inimigo, ou ambas. Assim atingem seus objetivos capitalistas sem o conhecimento do público. Objetivos que são determinados por relatórios que têm a finalidade de prever, através de cálculos estatísticos, quais países poderão ser uma ameaça ao império americano.
Um grande exemplo destas operações da CIA foi o Fênix, nome dado ao programa destinado a bombardear e assassinar civis no Vietnã do Norte, durante a Guerra do Vietnã, afim de destruir sua determinação em seguir o regime comunista. Tática tipicamente terrorista. Bonesmen da CIA como McGregor Bundy, Henry Cabot Lodge e Dean Acheson estavam firmemente por trás da guerra do Vietnã, na posição de assegurar que ela tivesse continuidade. Afinal o conflito era uma fonte de lucros para traficantes de heroína e corporações que recebiam o maior volume de negócios decorrentes da guerra, como a Bell Helicopter Company da Textron, empresa química que produzia o Agente Laranja. Todos sabem que os EUA saíram como derrotados dessa guerra, mas poucos tomaram conhecimento do americanismo que se desenvolveu aos poucos no Vietnã, agora unificado, crescendo entre a população um enorme apetite por bens de consumo norte-americanos.
Em 1956, o comportamento sujo da agência vinha sendo alvo de críticas ferozes da opinião pública. Logo, o presidente republicano e ex-general da Segunda Guerra, Dwight D. Eisenhower, foi obrigado a exigir um relatório que desse satisfações sobre suas operações confidenciais. O responsável por esse documento foi James Doolittle, tenente-coronel da Força Aérea dos EUA em 1942, autor de bombardeios à civis japoneses que não tinham nada a ver com os Kamikazes de Pearl Harbor. Doolittle fez uma série de declarações absurdas, como a de que estavam enfrentando um inimigo obstinado a dominar o mundo a qualquer custo. Não convenceu.
John Kennedy foi mais corajoso: Ameaçou acabar com o centro de lucros do Vietnã, particularmente a Textron. E mais, ameaçou exterminar a própria CIA, especialmente depois de sua “desastrosa” invasão da Baía dos Porcos (1961) em Cuba. (Dois dos navios utilizados nessa operação foram o “Bárbara” e o “Houston”, nomes da esposa de George H. Bush e de sua recém adotada cidade-morada. Evidências de que Bush já era ativo na CIA nessa época.) Kennedy também mandou para a rua Allen Dulles, que havia aconselhado a operação. O resultado foi uma conspiração orquestrada pela CIA, disfarçada sob o condinome “Operação 40” (cujo objetivo oficial era matar Fidel Castro), para assassinar o presidente, segundo testemunho de uma ex-agente, Marita Lorenz. Marita disse que só não foi morta porque sua mãe, Alice June Lofland, tinha grande poder na NSA. Alice era prima de Henry Cabot Lodge. O desfecho dessa história todos sabemos. Lee Harvey Oswald foi apenas um bode-expiatório, pois foi provado que os disparos contra Kennedy vieram de pelo menos dois atiradores de diferentes direções. E quem era um dos autores da Comissão para investigar o assassinato do presidente? Allen Dulles, claro!
Estranhamente na época em que começava a Guerra Fria (julho de 1947), houve um acontecimento inacreditavelmente fantástico, que se tornaria o centro das atenções públicas e ficaria conhecido como “Caso Roswel” (suposta queda de uma nave extraterrestre no Novo México, incrivelmente próximo ao lugar onde eram testadas as primeiras bombas atômicas). Formou-se uma equipe para investigar o caso, dirigida por Vannevar Bush (agora conselheiro do presidente Truman) composta por ninguém menos que James Forrestal e outros dez figurões do governo e das Forças Armadas. A operação, chamada de “Projeto Majestic-12”, ocorria no mais absoluto sigilo, mesmo assim informações como a de que haviam corpos de alienígenas escapavam e depois eram desmentidas, gerando confusão. Tudo uma grande encenação, como se fosse um osso jogado para a população se distrair do problema real, provando o grande poder que a “inteligência” tem de manipular a opinião pública. Talvez não seja coincidência o fato de que, logo após a criação da CIA em 1947, os jornais americanos começaram a divulgar uma série de relatos de aparições de OVNIs, iniciando uma paranóia que se espalharia pelo mundo. Até hoje a “Área 51” é motivo de especulações sobre o desenvolvimento de “tecnologia alienígena”, derivada do “disco voador” que teria caído em Roswel. Convenhamos, é extremamente improvável que existam ETs voando em supernaves por aí. Mas esse é o tipo de história que mexe com o imaginário público, como já havia comprovado Orson Welles ao narrar a obra “Guerra dos Mundos” de H. G. Wells pela rádio, causando pânico coletivo nos cidadãos americanos nos anos 30. Utilizando os marcianos como pretexto, o Majestic-12 (ou simplesmente MJ-12) poderia agir secretamente, alegando que divulgar informações sobre o “caso” poderia provocar pânico na população e a situação ficaria fora de controle. Assim as operações secretas se tornariam aceitáveis pelo senso comum. O verdadeiro propósito do MJ-12 parece evidente agora: Desenvolver, ocultamente, tecnologia para aperfeiçoar o poder de destruição da bomba atômica e melhorar o seu meio de lançamento, antes que os soviéticos o fisessem. Não é mero acaso o fato de o presidente Truman ter aprovado a produção da bomba de hidrogênio, que foi testada pela primeira vez em novembro de 1952, enquanto passava a faixa para Eisenhower.
Por algum motivo, Truman dispensou Forrestal de seu cargo. Logo depois, o ex-secretário de defesa foi considerado esquizofrênico por causa de sua insistência paranóica na ameaça comunista e persuadido a se internar num hospital naval. Dias depois apareceu morto. A causa? Teria se atirado pela janela. Conveniente, um homem que sabia tanto sobre o serviço secreto da CIA acabar suicidando.
Recentemente foi criada uma nova repartição da agência, chamada “Centro de Inteligência George Bush”, comprovando a estreita relação da família Bush com os senhores de Langley. (Quem sabe foi nessa repartição que ocorreu o projeto do 11/09?). Parece que “conspiração”, se mostrou um método eficiente de a CIA manter seus obscuros interesses inabalados. Falar em conspirações soa como coisa de gente paranóica e muitos acabam fazendo pouco caso. O crime perfeito. Vemos que a CIA pode estar em qualquer país, ter qualquer rosto, falar qualquer língua e (graças as suas íntimas relações com o Pentágono) eliminar qualquer obstáculo que estiver no seu caminho (o caminho das elites).

INEVITÁVEL?

No fim vemos que essas guerras são na verdade jogos de interesse das elites e que os Bush, Bin Laden e outros supostos “vilões”, são na verdade, apenas engrenagens de uma poderosa máquina da elite que está acima de qualquer repressão, acima das leis, acima da nação, acima de religião, enfim, está no controle. Quem paga a conta dessa “festa” (as vezes com sangue) somos nós do povo, mero rebanho de ovelhas aos olhos deles. E assim como as ovelhas, podemos estar indo para o abatedouro sem saber que aqueles no controle nos encaminham para a destruição. Portanto, agir como uma ovelha distraída (se conformar com a mentira) é o verdadeiro caminho para a perdição. É preciso despertar. Enxergar que a Mídia (Internet, cinema, TV, rádio, livros, revistas, jornais) é como se fosse o cão pastor a serviço dos poderosos, nos levando para o lado que mais lhes interessar (pra que censurar a imprensa se eles podem manipulá-la). Não sei o que é pior: Não ter acesso à informações ou ter acesso à informações distorcidas. Devemos aprender à filtrar as informações que nos chegam, inclusive estas aqui. Pesquise, conteste, discorde, sem se desviar do caminho principal: A Verdade. É o caminho mais difícil, mas só ele pode levar à paz (pelo menos de espírito). Esteja preparado, pois haverão muitos lobos disfarçados de ovelha no meio do caminho (Al Gore, por exemplo). Mas não tenha medo, pois este é a arma mais poderosa que eles podem ter nas mãos. Talvez a verdade pode ser decepcionante, e nos mostre que tudo isso é inevitável. Mas é melhor ter alguns momentos de luz do que viver eternamente na escuridão.

(Setembro de 2006 a maio de 2007.)



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